10 fatos básicos sobre a maconha que poucos sabem

Um estudo feito pelos pesquisadores do Instituto de Psiquiatria Molecular da Universidade de Bonn, EUA, com ratos. Constatou que uma pequena do dose de THC (tetraidrocanabinol) melhora o desempenho cerebral enfraquecido.

Por ser barato e de fácil acesso, a maconha é uma das drogas mais usadas no Brasil. Até hoje ainda nenhum mal sério à saúde foi comprovado para uso esporádico de maconha.

A Proibição dessa planta está mais ligada a fatores raciais, econômicos, políticos, e morais do que razões científicas. Mas lentamente ela está evoluindo de uma droga desprezível para um remédio contra todos os males.

10. A maconha é derivada da planta cannabis
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Também conhecida por vários nomes populares. Cannabis refere-se a várias drogas psicoativas e medicamentos derivados de plantas do gênero cannabis. O principal constituinte psicoativo desse tipo de planta é o tetraidrocanabinol, sendo um dos 400 composto da plantas, incluindo outros canabinoides, como canabidiol (CBD), canabinol (CBN) e tetrahidrocanabivarin (THCV).

A forma herbácea da droga consiste de flores e folhas maduras que subtendem das plantas pistiladas femininas. A forma resinosa, conhecida como haxixe, consiste fundamentalmente de tricomas glandulares coletados do mesmo material vegetal. A maconha é feita a partir de uma mistura das flores secas e trituradas da planta, que  possui uma aparência esverdeada.

9. Existem diferentes cepas de maconha
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Dentre centenas de cepas canábicas – que se distinguem por aromas, terpenos, efeitos e rendimento.  A família de cannabis se divide em cannabis sativa, índica, ruderalis e hibridas.

A sativa é a mais popular entre as famílias da cannabis e fisicamente a maior. Segundo a lenda as landraces sativas são originárias das regiões equatoriais, como Tailândia, Sul da Índia, Jamaica, México e entre outros. Ela possui folha finas e longas, ideal para jardins externos.

Mas já a Índica normalmente tem baixa estatura, robusta e com folhas mais larga, tem sua origem no confins de países subtropicais, como Afeganistão e Paquistão. A palavra ruderalis vem da palavra “ruderal”, termo aplicado a espécies de plantas selvagens que são as primeiras a colonizar terras devastada por forças naturais.

Até hoje existem um divergência entre os botânicos sobre o fato de ruderalis ser realmente um terceiro tipo de maconha ou se é somente uma variação do dois tipos anteriores. As hibridas é o cruzamento genético entre a sativa com indica.

8. Pode ser consumida de várias formas
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Se você pensa que a cannabis só pode ser fumada, então tem muito que aprender. Como a fumaça pode irritar os pulmões, pode ser consumida também em forma chá, para isso é preciso usar manteiga de cannabis. Uma outra forma de consumi-la pode ser em comida, além do barato, ela pode ajudar as pessoas que sofre dores crônicas, fornecendo um alívio mais duradouro. Outras forma de usar a maconha é através do extrato – que consiste em retirar boas substâncias da cannabis usando álcool e a planta inteira. Esse líquido pode ser ingerido oralmente, geralmente com um conta-gotas.

Algumas pessoas preferem cuidar da pele ou fazer tratamentos de dores localizados através de cremes e pomadas infundidos de maconha. Mas este método não possui efeito psicoativo e não dão barato.

Tem também aqueles que gostam do cheiro da maconha, mas não curtem fumar. Eles preferem misturar as folhas da planta com vegetais ou suco de fruta. Para quem curti fumar, uma boa forma de reduzir os danos causados pela fumaça é usar vaporizadores. Sendo que com elas ervas não entram em combustão, aos invés disso ela é “cozida “e libera um vapor que é muito melhor para os pulmões.

7. Tem efeito físico e psíquicos
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Os efeitos, logo após fumar o cigarro de maconha são: euforia, sonolência, sentimento de felicidade, risos espontâneos, perda de noção do tempo, espaço, de coordenação motora, equilíbrio, fala, aceleramento do coração perda temporária de inteligência, fome, olhos vermelhos, e outras características

O tempo do efeito depende do modo como a maconha é utilizada. Se for fumada, o THC vai rapidamente para o cérebro, e o efeito dura aproximadamente 5 horas. Se for ingerido, o efeito demora para vir (cerca de 1 hora) mas dura aproximadamente 12 horas.

Quando a quantidade de THC for mais alta,  os efeitos são: alucinações, ilusões, ansiedade, angústia, pânico, impotência sexual.

6. Possui vários nomes
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Os nomes da maconha varia de região a região, com também de país. O termos mais usados aqui no Brasil são: baseado, cigarrinho do diabo, diamba, beck, erva, cachimbo, capim seco, bagana, fumo de índio e claro maconha. E quem consome é chamado de maconheiro.

5. Legalidade da maconha varia de país para país
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Em países de todo mundo há diferentes leis sobre o uso recreativo e medicinal da cannabis. No brasil é pode ser usado para uso medicinal e cientifico, mas o uso recreativo é proibido por lei. Mas em países como Colômbia, Equador, Peru, Espanha, Holanda, Coreia do Norte, Uruguai e em uma série de estados nos EUA o seu uso é liberado.

4. Não tem efeitos danosos a longo prazo
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Em um estudo publicado pela Associação Americana de Psicologia. Pesquisadores do centro de Medico da Universidade de PIttsburg, na Pensilvânia, e da Universidade Rutgers, em Nova Jersey, rastearam 408 homens da adolescência até seus 30 anos e poucos para um estudo.

E o que descobriram segundo o pesquisador Jordan Bechtold foi surpreendente.

“Não ouve diferenças em nenhuma das conclusões de saúde mental ou física que nós medimos, independentemente da quantidade ou frequência de maconha usada durante a adolescência” Disse Jordan.

O estudo também não encontrou nenhuma ligação entre uso de maconha por adolescente e depressão ao longo da vida.

3. Ela é uma das plantas de cultivo mais antigas do mundo
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A planta cannabis acredita-se ser uma das plantas mais antigas cultivadas pelo homem. Os registos do seu uso datam de mais de 6.000 anos. As primeiras civilizações dependiam do cultivo do cânhamo como fonte de alimento, fibra, óleo e papel.

Uma referência medica chinesa antiga cita geralmente o uso da marijuana. Os chineses usavam cannabis para tratar constipação, malária, dor reumática e distúrbios femininos.  O consumo então se espalhou para a Índia e o Oriente médio, onde os muçulmanos usavam o haxixe, chegou a Europa por volta de 500 a.C.

2. A cannabis é mais seguro que o álcool
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Segundo um estudo publicada pela revista Scientic Reports, a maconha é quase 144 vezes menos mortal que o álcool. Das sete drogas incluídas no estudo, o álcool foi considerado a mais perigosa em nível individual, seguido pela heroína, cocaína, tabaco, ecstasy, metanfetamina e maconha.

Os pesquisadores também compararam os risco de mortalidade ao comprar uma dose letal de cada substancia com quantidade geralmente usada pelas pessoas. A maconha não só teve a razão mais baixa entre as drogas testadas, como foi verificada uma grande diferença entre suas doses letais típicas.

1. Pode ser prescrita para muitas condições médicas
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Em 2016 a agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a prescrição e a importação de medicamento e produtos com canabidiol eTHC.

Esta substancia é muito utilizada em remédios que inibem convulsões. O componente passou também a ser regulado, antes ele só era permitido de maneira secundária.

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