10 histórias de pessoas que voltaram da terra dos mortos

Se tem uma coisa que ninguém escapa é a morte. Afinal para morrer basta estar vivo, e é o que intriga a humanidade desde os primórdios. Uma experiência de quase morte, muda a vida das pessoas para sempre. Não há como ficar indiferente depois de ouvir o relato de quem passou por isso. Na lista de hoje iremos listar histórias de pessoas que estiveram do outro lado, por alguns minutos, outros até por horas e voltaram.

10. Alexander Eben

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Em 2013, um neurocirurgião americano que nunca acreditou em vida após morte até passar por uma experiência dramática. Ele entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado. O neurocirurgião Alexander Eben até escreveu um livro onde relata sua experiência de quase morte. E conta que primeiro foi levado para um ambiente escuro, lamacento e em seguida chegou a um lugar bonito e tranquilo. Um vale extenso, muito verde, cheio de flores e repleto de borboleta, diz ele. Conta que viu também um espirito lindo, uma mulher com roupa simples e com asas. Ela me disse: “você vai ser amado para sempre, não há nada a temer, nós vamos cuidar de você”.

9. Um jovem de 22 anos

Um jovem norte-americano de 22 anos usuário da rede social Reddit, identificado apenas como r00tdude, contou em 2016 em uma entrevista no Reddit, que tinha morrido duas vezes, primeiro foi em um acidente de moto e o segundo foi depois uma complicação pós-cirúrgica.

“Eu não tinha ideia de onde estava, mas era como um cochilo sem sonhos. Estava tudo preto, um vazio negro, sem pensamentos, consciência, nada. É meio que como acordar depois de dormir por muito tempo, mas no fim das contas, só havia, se passado 15 minutos. Se os médicos não tivessem dito nada, eu diria que tirei uma soneca”, explicou ele em sua entrevista.

8. Rita Isabel Rohr

Rita Isabel Rohr do interior do Rio Grande do Sul, contou com detalhes de sua experiência de quase morte, que ela passou durante o parto da sua filha. Foi um parto de muito risco, pois ela caiu da escada no oitavo mês de gravidez. O bebê precisava ser retirado com fórceps, mas a mãe da Rita não queria. A hemorragia se agravou tanto que ela chegou a morrer, como contou depois a enfermeira que fazia parte da equipe médica.

“Eu me ergui e fui puxada por essa luz, tinha um túnel, bem longe e aquela luz me puxava. Era uma luz tipo um sol, não era uma luz qualquer, era uma luz muito forte, que soltava raios para tudo que era lado, e tinha muita força aquela luz. Eu cheguei no fim do túnel, e atrás da luz tinha um espaço muito grande, com uma luminosidade tão estranha, tão bonita, que não dá para explicar” descreveu Rita. “E atrás daquela luz, então, é que saiu aquela voz que disse para eu voltar, que não era hora de eu ir, porque eu tinha filhos para criar. Ao mesmo tempo, quando essa voz parrou de falar, esse ímã que me puxou me empurrou de volta. Do jeito que eu sai daquele corpo, da massa-corpo que ficou, eu voltei para dentro.”

7. Cristina de Paula

A balconista Cristina de Paula, da padaria em Areal, Região do Rio, que também não acredita que a vida não termina quando morremos. Teve a certeza disso depois de três experiências de quase morte. Portadora de arritmia maligna, uma doença congênita no coração, ela passou dez anos enfrentando, quase todos os dias, uma parada cardiorrespiratória. Em dois momentos diferentes durante as crises, Cristina diz que esteve em um lugar nada agradável. Uma experiência bem diferente do relato da maioria das pessoas que passam por isso. “Eu vi sombras, vultos, pessoas, em um lugar sujo, como se fosse um filme de pesadelo. Foi uma experiência ruim, muito ruim mesmo. Uma sensação de morte. Não gosto de lembrar.”

Mas a vida mudou da noite para o dia quando Cristina chegou aos 30 anos. Na cirurgia para colocar o desfibrilador, ela viu e sentiu a presença de alguém muito especial. “Um homem de branco, de túnica, cabelos compridos. Ele passou por detrás dos médicos. Ele não disse nada, só sorriu. Não deu aquele sorriso todo, só o olhar dele me disse assim: ‘não se preocupe que estou aqui contigo’. Para min ele é jesus, com certeza. Foi uma paz muito grande que eu senti quando eu o vi.”

6. Edval Paletta

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Depois de ter sido intoxicado pelo gás do chuveiro e ficar inconsciente. O arquiteto Edval Paletta contou como foi sua experiência de quase morte, enquanto sua mulher e o vizinho tentavam de tudo para reanimar o seu corpo.

“Eu entrei em um túnel maravilhoso. O piso era como se tivesse uma plantação de trigo, verde, e um odor daquela planta, a dama da noite”, detalhou Edval. “Eu fui caminhado em direção a uma nevoa azul. Do lado esquerdo tinha um grupo de pessoas que não conseguia reconhecer. Minha mãe saiu desse grupo de pessoas. Veio ao meu encontro e começou a falar: ‘você tem que ir embora que aqui não é seu lugar’. E eu: ‘mãe isso aqui é maravilhoso. Eu vou ficar por aqui, eu não quero voltar’. Ela insistiu algumas vezes: ‘calma’. Até que uma hora –  ela tipo aquelas italianas brabas – disse: ‘você volta que você tem um filho para criar, não é seu lugar aqui, você volta imediatamente! ‘”

5. Fernando Gomes

O delegado Fernando Gomes, em 2000, foi substituir seu colega no plantão ao que parecia ser mais um dia de trabalho acabou virando notícia. Houve um tiroteio e Fernando foi atingido pelas costas.

“Em um instante eu percebi que comecei a me ver por cima, lançado para alto”, disse Fernando. “Como se tivesse um foco de luz atrás de min, como se fosse uma luz de teatro em volta do meu corpo. E eu me vendo lá, parado, do alto, imóvel. Não mexia nada. Eu fiquei ali me observando. A luz era forte, branca. Passava por trás de min eu achei interessante, porque ela só projetava o meu corpo lá no chão. Como eu não conseguia mexer, eu fiquei olhando para aquilo. Eu pensei: ‘eu acho que vou morrer.‘”

4.Bill Morgan

Em 1999, Bill Morgan, de 37 anos, era um motorista de caminhão que vivia em um trailer de viagem na Austrália. Depois de sofrer um acidente enquanto trabalhava, num acidente que parecia impossível alguém ter sobrevivido, no entanto sobreviveu. Mas depois de pensar que o pior já havia passado, teve uma reação alérgica extrema que, fez com que seu coração parasse. Depois de estar morto por catorze minutos, conseguiram reanimá-lo. Após conseguirem que seu coração batesse de novo, ele estava em coma e se perguntava por quanto tempo a até Bill estar clinicamente morto. Recomendaram duas vezes que desligassem a máquina, para que ele pudesse morrer, mas depois de 12 dias, ele milagrosamente saiu do coma e estava bem, sem sofrer qualquer danos cerebrais.

3.Tony Yhale

O coração do americano Tony Yahle, de 38 anos, voltou a bater depois de 45 minutos parado. Ele tinha sido considerado pela equipe medica “clinicamente morto”. Quando voltou a vida, de acordo com o “New York Daily News”, os médicos já tinham interrompido as tentativas de salva-lo.

O mecânico Yhale teria sido levado às pressas em uma ambulância para o hospital quando a mulher Melissa Yhale percebeu, durante a madrugada, que sua respiração estava esquisita. Melissa que trabalhou como enfermeira durante 7 anos, tentou reanimar o marido até a ambulância chegar. A equipe médica continuo os procedimentos para reanima-lo, mas desistiu depois de quase uma hora de tentativa. Ainda segundo o “New York Daily News” ele recebeu alta e foi embora, sem nenhuma sequela importante.

2. Sharon Stone

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Atriz Sharon Stone revelou em 2016, que ela acredita que esteve no céu e voltou. Sharon confessou ter visto uma “luz branca e brilhante” depois de sofrer uma hemorragia cerebral em 2001.

“Eu sinto que morri” disse ela ao “Closer Weekly”. “Esse tipo de vórtice de luz branca estava sobre mim e poof!” ela disse também que viu alguns do seus velhos amigos que passaram por ela quando estava morta. “Comecei a ver e me encontrar com alguns dos meus amigos”, revelou ela. “Eu tive uma jornada real com isso que me levou a lugares tanto aqui como além.”

1. Velma Thomas

Depois que a norte-americana Velma Thomas, entrou em parada cardíaca em casa, os médicos conseguiram estabelecer um pulso leve após oito minutos de reanimação. Mas no hospital, seu coração parou de novo duas vezes e ela foi colocada em suporte vital. Durante mais de 17 horas, os médicos não conseguiram detectar qualquer atividade cerebral, apesar das extensas tentativas de revitalizá-la. Mais 10 minutos depois que seu suporte de vida foi desligado, enquanto as enfermeiras estavam removendo a tubulação do ventilador, Velma moveu seu braço, tossiu e chamou pelo seu filho Tim Thomas.

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