Top 10 casos de assassinos que chocaram o país

Sendo os mais famosos tipos de assassinos, o serial killer, suas vítimas possuem o mesmo perfil, seguido de um método específico para matar. Enquanto o matador impulsivo ou spree killer mata de maneira aleatória, que é movido pela necessidade de matar, não pela fantasia que nutre pela vítima. Ao longo dos anos tem surgido muitos casos de criminosos que aterrorizaram cidades pelo país com assassinatos em sequência e suas crueldades.

10. Tiago Henrique Gomes da Rocha

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g1-globo.com

O vigilante de 26 anos foi preso no dia 14 de outubro de 2014, depois de vários meses de investigação da polícia sobre uma série de mortes na capital goiana. Apesar de ser chamado de “serial Killer” na época, ele não seguia um método especifico e nem todas as vítimas tinham uma caraterística comum. Entre os crimes ligados a ele estavam assassinatos de mulheres, um motociclista, mortes de homossexuais e moradores de rua.

9. Francisco de Assis Pereira

Condenado a quase 150 anos de prisão por matar dez mulheres e pelo estupro e roubo de outras nove, Francisco de Assis Pereira, conhecido como o Maníaco do Parque, é o serial killer brasileiro que mais recebeu cartas na prisão. Ele se casou na cadeia com uma das mulheres com quem se correspondia. Atacava suas vítimas no Parque do Estado, na Zona Sul da capital paulista, para onde atraía as mulheres com a promessa de uma sessão de fotografias que as tornarias modelos. Em seis meses, a polícia encontrou oito corpos no parque. Ele estuprava e asfixiava as vítimas. Pereira confessou seus crimes em 1998 e disse ter matado pelo menos 11 mulheres, mas foi julgado pelo assassinato de dez. foi condenado de estupro, estelionato, atentado violento ao pudor e homicídio.

8. Cláudio de Souza

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g1.globo.com

Segundo a polícia, Souza cometeu uma série de ataques a casais de namorados entre os anos de 2001 a 2005 na região norte do Mato Grosso. Ele é acusado de ter matado ao menos nove pessoas. Souza era andarilho e sempre estava armado. Ele se escondia no mato e usava uma lanterna para iluminar a escuridão e abordar os casais. As vítimas eram atacadas em locais ermos e escuros da cidade, onde iam namorar, pelo menos cinco mulheres sofreram violência sexual antes de serem mortas.

Souza foi preso em flagrante no início de abril de 2008, na periferia de Alta Floresta, onde matou um casal. Ele foi condenado a 20 anos de prisão pelo crime em maio de 2014. Em 2011 Souza já havia sido condenado á mesma pena pela morte de uma mulher e por tentativa de homicídio contra o namorado dela em Sinop, a 503 km de Cuiabá, onde está preso atualmente.

7. Leandro Basílio Rodrigues

Preso em 2008, aos 19 anos, chegou a confessar ter estuprado e matado 50 mulheres – crimes que não foram comprovados. Foi acusado pela morte de Gisele Cabral de Souza, sua última vítima, e outras quatro mulheres. Segundo o Ministério Público, ele pode ter feito nove vítimas no total: cinco em Guarulhos, duas no Rio e, quando ainda era menor de 18 anos, outras duas em Belo Horizonte. Rodrigues responde por mais de 13 crimes, como tráfico, roubo e estupro. “O agente é um assassino em série e nutre pelas mulheres um sentimento de vingança”, afirmou a promotoria em denúncia. Segundo a polícia, Rodrigues procurava vítimas que fossem usuárias de crack, como ele, e oferecia drogas para atrai-las. Em 2012, foi condenado a 18 anos de prisão pela morte de Gisele.

6. Marcos Trigueiro

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g1.globo.com

Todas suas vítimas eram mulheres magras, morenas, de cabelos longos e lisos. Eram abordadas no carro e depois estupradas e mortas por estrangulamento. Trigueiro foi preso em fevereiro de 2010, depois que exames de DNA confirmaram a autoria dos crimes. Em um dos casos, a vítima estava com filho de um ano e meio, que foi deixado em cima do cadáver da mãe e encontrado com vida. Ele foi condenado a 98 anos de prisão por três crimes.

5. Genildo de Ferreira de França

O ex-soldaldo do Exército Genildo Ferreira de França, conhecido como neguinho de Zé Ferreira. Matou 14 pessoas em um dia de fúria no ano de 1997, no Rio Grande do Norte. Ele saiu ás ruas de São Gonçalo do Amarante em busca das pessoas que haviam disseminado na pequena cidade a informação de que ele seria homossexual. Sua lista de desafetos tinha 20 nomes.

Ele matou 14 e morreu em seguida. Sua esposa foi a primeira vítima, por ter vindo dela o boato sobre sua sexualidade. Depois de fazer duas reféns, uma delas sua filha. Foi encurralado pela polícia liberou as reféns e morreu. Ele chegou a ser baleado pela polícia, mas não se sabe se teria cometido suicídio antes de ser atingido.

4. Francisco de Costa Rocha

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Em 3 de agosto de 1966, o vendedor de livros e consórcio Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho, matou a bailarina austríaca Margarethe Suida. Ela foi encontrada estrangulada com um cinto de couro preto no banheiro de um apartamento da Rua Aurora região central de São Paulo. O corpo foi mutilado com tesoura, faca e lâmina de barbear. Quando questionado sobre a motivação do crime, Chico disse que a bailarina lembrava a mãe dele. Por esta morte, Chico foi condenado, em 1968, a 17 anos de prisão.

Chegou a se casar no presidio, mas se separou antes do nascimento da filha. Após cumprir oito anos, foi posto em liberdade. Passados dois anos solto, ele voltou a matar. Em 16 de outubro de 1976, estrangulou e esquartejou com serrote, faca e um canivete a prostituta Ângela de Souza da Silva. Foi preso 28 dias depois, na Baixada Fluminense (RJ).

3. Francisco das Chagas Brito

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Apontado pelas autoridades como o maior serial killer brasileiro, o mecânico maranhense é acusado de matar e mutilar 42 meninos – 30 no Maranhão e 12 no Pará – entre os anos de 1889 e 2003. Brito atraia as vítimas com convites para ir pegar frutas ou caçar bichos no mato. Os crimes ficaram conhecidos como “Casos dos meninos Emasculados” porque ele arrancava os órgãos genitais dos garotos, que tinha, um mesmo perfil: de quatro a 15 anos e de famílias pobres.

Em alguns casos, ele teria estuprado as vítimas. Também decepava outras partes do corpo, como dedos, e levava como recordação. Brito está preso desde 2003 e foi julgado pela primeira vez em 2006. Em fevereiro de 2014, ele foi a júri pela 11º vez e condenado. Somadas, as penas das onze condenações dão 385 anos de prisão.

2. Sailson José das Graças

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Preso em 2017, Sailson José das Graças também conhecido como o serial killer da Baixada Fluminense, confessou ter matado 42 pessoas, sendo 38 mulheres, três homens e uma criança de dois anos na Baixada Fluminense. Segundo ele o menor só foi assassinado após a mãe dele ser assassinada, pois temia que ele chorasse. Sailson ficava observando a vítima, estudando. Esperava um mês, ás vezes uma semana, dependendo do local. Procurava saber onde ela (vítima) morava, como era a família dela, dava uma olhada na casa. Ficava estudando ela. Ai passava um tempinho, e ia de madrugada e arrumava uma brecha na casa e entrava.

Ele explicou que começou no mundo do crime roubando bolsas, coisas pequenas, a fazer pequenos furtos. Ai foi crescendo, foi tendo outros pensamentos diferentes. De roubar começou a pensar em matar. “Com 17 anos matei a primeira pessoa, deu aquela adrenalina, primeira mulher. Ai já veio na mente: será que eu vou para a cadeia? Será que eu vou preso? Mas as coisas fluíram bem. Ai foi vindo na mente de fazer mais, ai me acostumei, passei a gostar” disse o Sailson.

1. Pedrinho Rodrigues Filho

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Conhecido também como Pedrinho Matador perseguia e matava outros criminosos, descarregando seu instinto assassino naqueles que considerava “maus”. Matou pela primeira vez aos quatorze anos e hoje acumula mais de cem homicídios, incluindo o do próprio pai, sendo 47 pessoas foram mortas dentro dos presídios pelos quais passou. Ainda não respondeu por todos os crimes, mas já foi condenado a quase quatrocentos anos de prisão, a maior pena privada de liberdade já aplicada no Brasil.

Executou o próprio pai numa cadeia da cidade, depois que este matou sua mãe com 21 golpes de facão. A vingança dele foi cruel: além de 22 facadas, arrancou o coração do pai, mastigou uma parte e depois a cuspiu, segundo dito no programa da Rede Record.

 

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